BLOG do Claiton


05/02/2008


Mensagem de Ano Novo (estava no perfil do orkut)

Neste ano que se inicia, a todos os amigos:
"Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco "
Dançar Zouk de olhos fechados
E muito carinho meu.
(Obrigado Drummond)

Escrito por Claiton às 18h34
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21/08/2007


Batismo de Fogo!

23 de março de 1984.

Na madrugada, a corneta tocou alvorada. Ouvi desde a primeira nota. Havia acordado 20 minutos antes no alojamento principal para cadetes da Academia de Polícia Militar. As camas, quarenta no mesmo ambiente, estavam sendo arrumadas quase todas ao mesmo tempo. Os alunos mais velhos gritavam. Diziam que gostariam de ver quantos desistiriam do curso até o final do dia.

Vesti o uniforme de campanha verde-amarelado. Calcei o coturno marrom café. Carreguei a mochila com alimentos. Enchi e ajustei o cantil no cinturão. Coloquei o capacete de plástico e, por cima dele, o capacete de aço, que pesava quase meio quilo. Depois segui para a intendência, para apanhar meu fuzil.

Estávamos perfilados no pátio às 5 da manhã. Entramos em caminhões e ônibus e começamos a jornada até as proximidades do campo de treinamento de Ribeirão das Neves. Desembarcamos a cerca de 15 quilômetros de distância do destino e começou a marcha.

Eu completaria dezessete anos em pouco menos de um mês, e, naquele momento, tudo era uma experiência nova. A marcha em si não era muito exaustiva. A inexperiência, contudo, fez com que as laranjas dentro da mochila ficassem cada vez mais pesadas. Em certo ponto do percurso, ouvimos tiros: era um "alarme". Fomos instruídos a sair da estrada e esconder-nos, deitados, no mato. Passados alguns minutos, retomávamos a marcha. Dado momento, após uns três alarmes, dei-me conta que estava sem cinturão e, consequentemente, sem cantil. Já imaginando que tipo de punição isso acarretaria, avisei o aluno do último ano, encarregado da turma de iniciantes, desse fato. Recebi a ordem de voltar para buscá-lo e alcançar a tropa. Um colega foi escalado para me acompanhar.

Voltamos correndo. Capacete de aço pulando sobre a cabeça, até o ponto do último alarme. Localizei logo o cinto com o cantil. Alcançamos a tropa, ainda correndo, exaustos. O peso das laranjas sentido cada vez mais.

Chegamos ao centro de treinamento por volta de dez horas da manhã. Começaram então os exercícios: maneabilidade. Só então fui perceber que era pura ralação: rastejar, rolar, andar agachado, correr, além da pressão de que aqueles que não conseguissem realizar o exercício ficariam detidos no quartel. Pouco antes do almoço chegamos aos poços de lama. Então se havia o cansaço, pelo menos nos refrescávamos. O estresse era tanto que as aranhas caranguejeiras que estavam próximas aos poços não eram sequer notadas. Tudo que importava era cumprir o que era determinado: rastejar, rolar, deitar naquele barro amarelo.

Primeira Jornada - Foto 1

Por fim chegou a hora do almoço. Duas horas de intervalo. Nunca havia comido antes daquele jeito, com tanto apetite, não importava que comida houvesse. Após o almoço, finalmente, as laranjas, cúmplices do meu cansaço. À tarde voltamos à mesma rotina: correr, rolar, rastejar. No meio da tarde meu corpo estava repleto de cãibras. Não desisti. Não pedi atendimento médico. Continuei até o fim da jornada. Até o fim do curso.

1a Jornada - Foto 2

A turma completa:

Escrito por Claiton às 16h59
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08/08/2007


Em Foz!

Esta foto está meio fora de sequência...

Mas como estava disponível, vai sendo postada aqui mesmo.

Trata-se da visita a Foz do Iguaçu, feita em 1988.

Na foto estou com meus amigos e primos.

A viagem foi muito divertida...

O Ano Novo que eu passei lá também foi ótimo...

Foto Foz do Iguaçu

Escrito por Claiton às 15h33
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07/08/2007


A primeira vez em que vi o mar!


Ubatuba!

Hoje chamamos mais de Ubachuva...

Mas até que não choveu daquela vez.



Eu fechei os olhos.

Não suportava a claridade da praia somada ao sal da água do mar.

Nem preciso dizer que estava como peixe... Não saia de dentro d'água.



Foto Formatura 2º Grau

Escrito por Claiton às 16h58
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06/08/2007


Amigos de Escola.

Um médico, outro engenheiro.
Meus dois melhores amigos de escola.

Quantas conversas, quantos planos.

O classificador de selos,
Os planos da usina de lixo,
O transmissor de rádio.

Bicicletas...

E a minha amiga, hoje médica,
Cujo pai me chamou de maluco
Por haver esquecido a bicicleta na escola.
Ido para casa a pé...
(E isso não ocorreu apenas uma vez...)

O grande amigo da Rua Perdizes,
Que curtia Pink Floyd e falava sobre caminhões.

O amigo desenhista.
Os cartazes sobravam sempre para ele.

O amigo que bancava o detetive, hoje delegado.

A linda menina de cabelos longos com quem dancei uma
música inesquecível.

A fantástica sala com 11 carteiras e 11 alunos:
O 2º ano do 2º grau.

A foto abaixo é da formatura, onde eu
e um grande amigo estamos recebendo o
Canudo do 2º Grau, na Catedral de Uberaba.

Foto Formatura 2º Grau 

 

Escrito por Claiton às 17h37
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06/05/2006


Liberdade... essa palavra!

Liberdade – essa palavra
que o sonho humano alimenta:
que não há ninguém que explique,
e ninguém que não entenda".
(Cecília Meireles)


O nome do colégio em que eu estudava: Tiradentes!
O evento: uma comemoração cívica.
O que eu fazia: declamava uma poesia.
A época: 1979.



O Poema: a Bandeira da Inconfidência, de Cecília Meireles.


Liberdade... o sonho dos inconfidentes...
Era também o sonho de muitos brasileiros naquele tempo...




Mas somos livres? O quanto somos realmente livres hoje?
O sonho continua vivo e sobe na noite imensa.
Na noite dos sonhos que vão e voltam.
Vidas que vão e vêm.
Poemas que não passam...


Ninguém pode explicar o que é ser livre...
Mas todos sabem o que é estar prisioneiro...


Na foto abaixo eu estou declamando este poema.
O cenário tenta imitar Ouro Preto, a antiga Vila Rica
onde o animoso Alferes ousou sonhar com a liberdade.



Escrito por Claiton às 23h46
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05/04/2006


O verdadeiro Carequinha morreu...

Puxa, dois dias depois que eu postei minha foto o imitando, vem a notícia...

Está no site do fuxico... o link está abaixo.
05/04 - 09:33
Morre, aos 90 anos, o palhaço Carequinha

Escrito por Claiton às 09h38
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03/04/2006


Carequinha...

Quem disse que a minha careca é recente...
Sou careca desde criança...

 

O Carequinha...
Filho do Carecão???

 

Hoje penso: terá sido  por piada
que me colocaram nesse papel?
Papel... digamos...
De palhaço sem cabelos...

 

Mas não posso negar que era bem divertido...
Dublava as músicas do Palhaço Carequinha
com uma meia na cabeça, simulando uma careca.
Careca que eu não acreditava que viria a se tornar
real... Não acreditava mesmo!

 

Mas acabou ficando...
Hoje estou mais conformado e até assumi a careca
de vez, adotando o estilo Will, Kojak, Ronaldinho ou Agassi...
Escolham o que preferirem...

O fato é que minha cabeça está cada vez mais
brilhante... :-))

Ps. A localização da foto dos irmãos,  abaixo desta, estava incorreta, como
bem observou minha irmã nos comentários...
Na foto abaixo estou na escola, provavelmente na quarta-série.
Ela foi tirada junto com meu colega Adilson que era meu parceiro de palhaçadas...
Era incrível como um sujeito tímido como eu podia fazer palhaçadas
como aquelas no palco.

 

 

 

 

 

Escrito por Claiton às 19h43
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07/03/2006


Irmãos

Em 1974 ganhei a companhia de mais um irmão.
O Jr veio para agitar.
Extrovertido e fujão,
adora jogar futebol até hoje.
Nesta foto, por volta de 1975, estamos no que era
à época, os fundos da casa.
Hoje, no local desta foto, fica a casa de minha mãe.

 

Escrito por Claiton às 14h54
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20/02/2006


O pré...

Uma sala meio improvisada, perto do auditório, em frente à praça.
Não fazia parte do colégio... ou, pelo menos para mim, não parecia fazer.
Papéis... muitos papéis... jornais... lixas...  lápis de cera grossos.
Uma ficha com o meu nome, que eu guardei por muito tempo.

Dona Lêda... era tia? Penso que não...
Não era como hoje... Era Dona mesmo...
Lembro-me só do seu sorriso...
Lembro-me também do choro...
Luciana chorando... 
Não queria ficar na escola...

Tento me lembrar de mais imagens,
De mais pessoas, mas não consigo...
Os anos começam a se misturar em minha cabeça,
E já não sei se são lembranças daquele ano.
Me lembro do som... a banda tocando...

A sala em que estudei não durou por muito tempo...
Em seu lugar surgiram varandas e o vestuário do centro esportivo...
Mas foi lá onde redigi as primeiras palavras, e escrevi meu nome.

 

Formatura do Pré Primário

Escrito por Claiton às 13h27
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11/02/2006


Quintal!

Não tenho fotos do quintal...
Sim, tenho fotos no quintal, mas nenhuma feita deliberadamente para retratá-lo.

Era grande, verde e espaçoso.
À sombra da parreira suspensa, com cachos de uva branca e roxa no natal,

Eu comia frutos da limeira, enquanto lia, ao entardecer.
A goiabeira, que proveu a forquilha para o estilingue, também ficava lá.

Tudo tão belo, tão distante...
Ainda piso sobre o mesmo chão quando vou até lá.

É só o que me resta.
O cimento invadiu a terra. As árvores sucumbiram.

Não há mais mangas caídas, nem folhas espalhadas pelo chão.
Me sinto culpado...

Não me manifestei contra, quando cortaram as árvores...
Nunca dei a elas o valor que tinham, e eu,

Eu mesmo mandei cimentar o chão de terra batida que meu avô varria.


Hoje não há mais bananeiras, cajueiro e pessegueiro.
Laranjeiras e limoeiros não existem mais.
Resta uma única jaboticabeira, que eu vi crescer...
Ela está só, rodeada pelo calor frio do cimento, como a me

Perguntar: por quê?

---

Foto da família, em 1972 (acredito) ao fundo, o quintal...

 Foto da família, por volta de 1972

Escrito por Claiton às 11h45
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04/02/2006


Quente!!!

- Como... Quente?
- Todo um rio com água quente?

Ver, tocar, sentir o calor da água.
Peixinhos ao meu redor.

Havia um poço mais fundo na curva do rio,
próximo a um pequeno bar.
Não havia um camping sequer.
Meus pais, tios e primos montaram uma barraca improvisada.
Uma barraca ao estilo do exército, com lonas verdes e grossas.

Me lembro muito pouco dessa primeira viagem.
Um primo com dor de ouvido? Não sei se foi dessa vez...
O que ficou foi a sensação da água,
quente e corrente, tocando meu corpo.
Ficou a imagem do vapor sobre o rio...
A água passando sobre as pedras,
sob as árvores que cobriam o riacho.

Ao longe, parecia um rio qualquer,
mas onde se esperava frio, havia calor.

Foi minha primeira visita a Caldas Novas, ou melhor, ao Rio Quente.
Saudades do Rio Quente quando era mesmo um riacho quase intocado.
Saudades de quando eu o achava fundo por ser pequeno.

Na foto abaixo, Cláudia, minha avó "nenê" e eu, curtindo as águas do Rio Quente
nessa primeira viagem, que deve ter ocorrido por volta de 1973.

Rio Quente - Claiton, Cláudia e Vovó Gemma

 

 

Escrito por Claiton às 09h57
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28/01/2006


Sis

Estou com pressa hoje.
Não dá mesmo para caprichar no texto, só na foto.
Nela aparece minha irmã, Cláudia, eu e meu Avô Altino.

Na próxima postagem eu capricho mais e falo sobre a Sis.
Essa é a foto mais antiga que eu tenho dela aqui em casa.

Até a próxima...

Atualização em 04/02/2006:

Ela nasceu no ano em que os astronautas pisaram na lua.
Eu não me lembro da reação que tive quando ganhei sua companhia...
Também não lembro de me contarem sobre ela.
Mas acho que tive ciúmes... e, em resumo,
acho que poderia ter sido um irmão mais velho melhor.
Briga de irmãos era o que não faltava...
E me lembro de poucos momentos carinhosos entre nós.
Havia, no entanto, muitas brincadeiras e jogos,
que muitas vezes não terminavam bem.

Mas as brigas diminuiram com o tempo, eram coisas de
criança. O carinho entre nós só aumentou, apesar da
distância.

Cláudia, te amo mana!

 

Cláudia, vovô e eu

Escrito por Claiton às 21h11
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22/01/2006


Diva

  De tudo já fez um pouco,
  Sempre forte e dedicada...

  Os seis filhos bem criou ...

  Aprendeu muito com a vida,
  e histórias me contou...
  Vim saber como vivia...
  Nos tempos do meu avô.

  Contou-me sobre a ferrovia,
  Sobre aventuras e fugas,
  Brincadeiras infantis...

  Meu bisavô português,
  A malvada madrasta
  e como plantar raiz...

  Ainda hoje sorri e canta,
  e a todos nós encanta,
  com sua alegria.

  Minha avó...
  Minha avózinha...
  Minha querida
  Dona Diva.
  
-------------- 

Na foto: eu, minha vó Diva e minha mãe - meu aniversário de 2 anos. 

Aniversário de 2 anos - mãe e avó materna.

Escrito por Claiton às 23h52
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12/01/2006


Longe de Casa

Lar!
Quão doce é o som desta palavra que ressoa em nossos ouvidos. 

Lar!
Ninguém conhece seu real valor senão quem longe de ti se encontra.

Lar!
Minha terra.
Minha cidade.
Minha rua.

A casa de piso vermelho,
A rua de terra batida,
Aquela menina sempre encostada no portão.

As crianças jogando bola na rua...
Correndo suadas de um lado para o outro.

A praça repleta de árvores que amenizam o calor do sol...

E o próprio sol...
O sol do meu lar,
minha mãe,
meus pais.

O aroma gostoso do almoço.
Atraindo-nos ao interior da casa.

A velha senhora mexendo as panelas.
Mãos calejadas e sujas de óleo.
Avental manchado na cintura.
Lenço na cabeça.

As paredes altas, o forro de tábua.
O tanque de cimento verde com as roupas de molho.

A parreira verde, repleta de cachos de uva roxa,
ao lado da goiabeira.

O barracão de tábuas, os móveis carunchados
os velhos livros, recibos, memórias...

O troféu do time de futebol de 1940.
A vassoura que passa lépida por cima da terra batida,
ajuntando as folhas.

Vassoura segura por mãos velhas, calejadas e fortes.

A vida calma.
O sono após o almoço.
O café das quatro.
A Saudade.
A ternura.
O prazer da lembrança.

A casa distante
No tempo e no espaço.

A volta...
A volta envolta em sonhos.

Voltando e
Ah... sonhando!

 Claiton (08/05/1986)

 Escrevi esse texto quando estava em Belo Horizonte, em 1986, cursando a
 Academia de Polícia Militar.

 Na foto abaixo, estou com meus avós paternos. A vovó "Nenê" e o vovô Altino.
 No texto eu me lembrava da casa onde eles moravam, que foi um dos lugares que mais marcaram minha infância.
 A imagem abaixo é um registro do meu aniversário de 2 anos.

Aniversário de 2 Anos - Avós Paternos

Escrito por Claiton às 16h26
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BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, Setor Sudoeste, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Informática e Internet, Esportes, Dança de Salão (Zouk)

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